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Old Muttrah Souk de Muscat

9.12.15
Viajar é sinónimo de mergulhar na cultura e nas gentes de um país que não é o nosso. Quando visitamos países árabes não resistimos aos labirínticos, perfumados, coloridos e estreitos souks e foi o que aconteceu em Muscat, a capital do Sultanato de Omã


Percorremos (sempre atentos e sem nos dispersarmos) o Old Muttrah Souk, um mercado tradicional abrigado por telhados de madeira moderna. Este é um dos mercados mais antigos do mundo árabe. Durante séculos foi palco do comércio de mercadorias que passavam pelo porto de Muscat, oriundas da Índia, China, Europa e outros países do Médio Oriente.

A presença da imagem do Sultão Qaboos bin Said é uma constante para onde quer que nos voltemos. Omã, ao contrário de outros países da Península Arábica não tem um harém e o Sultão é solteiro (por opção).


Aqui encontramos deliciosas lojas de antiguidades, jóias, têxteis, especiarias aromáticas, incensos, perfumes, cerâmicas e outros produtos exóticos. Este é um dos poucos mercados onde é possível comprar ouro, incenso e mirra na mesma loja. 




Ai o que eu gosto de comprar nestes mercados! A negociação (regateio) é rainha e acabo por levar o que pretendo ao preço que me parece mais justo, adoro!



Ainda assim, é preciso atenção para não se aventurar para longe das principais ruas deste souk que fica situado ao lado do histórico bairro xiita de Al- Lawataya. Apesar de estar muralhado, pode acontecer entrar neste bairro e não é o mais aconselhável. Existe inclusive sinalização a proibir a entrada de estranhos no mesmo. 


O mercado está localizado no coração do Centro Histórico de Muscat e tem entrada gratuita. Abre ao público duas vezes por dia: de manhã bem cedo e até o meio-dia. Depois, no final da tarde prolongando-se até ao final da noite. Às sextas-feiras, o mercado só funciona na parte da tarde.


Dica super importante
Seja em souks ou medinas, NUNCA, em hipótese alguma deixe as suas crianças afastarem-se de si. Este conselho é válido para toda a família, mantenham-se sempre unidos. Se tiverem que experimentar alguma peça de roupa, num provador, façam-no atentos e sempre com um de vocês na porta do mesmo. Estes locais são labirínticos e a pouca sinalização existente encontra-se apenas em árabe. Em muitos destes sítios os transeuntes nem inglês falam. Não arrisquem!!

Ainda sobre Omã, a nossa aventura nos Fiordes de Ras Musandam e a visita à Grande Mesquita do Sultão Qaboos.

Uma lista de Mercados de Natal

7.12.15
Recomendo que façam a leitura deste post com este fantástico som de fundo, que elegemos como o nosso hino de Natal (depois de visitarmos a Disnelyand Paris nesta quadra).

O Natal é (ou deveria ser) uma quadra especial, aquela onde todos os milagres parecem acontecer. Para mim, em particular, deve ser vivido na Europa, para ser mais intenso. Quando vivíamos (permanentemente) na Venezuela, em Dezembro eu sentia imensa falta dos dias curtos e frios, da lareira, dos nossos doces, da comida temperada. Com calor e longos dias de Sol, o espírito não é o mesmo (não para quem está habituado ao tradicional Natal europeu). Parece que a magia se propaga no Velho Continente. Aliás, Dezembro é uma das minhas épocas preferidas para visitar capitais europeias.


Um dos pontos altos desta época são as visitas aos seculares Mercados de Natal. Nasceram na Alemanha e na Áustria: Viena - 1294; Bautzen - 1384 e Dresden - 1434. Acontecem (regra geral) a partir de 20 de Novembro e prolongam-se até 24 de Dezembro. Em cada região europeia os artesãos comercializam os seus produtos tradicionais. Desde a gastronomia à decoração, passando pelos brinquedos de madeira (trazemos sempre um), enfeites, peças de joalharia, doces, danças, pistas de patinagem no gelo e claro, o famoso copo de vinho quente com canela- Vin Chaud - a acompanhar toda a visita, até porque as temperaturas estão bem frescas. Impera o convívio! 


Falta-nos percorrer grande parte deles. O leque é tão vasto que serão precisos muitos Natais para os conhecer a todos. Mas, os que já fizemos são memoráveis e as crianças vibram com estas visitas. Recordo com especial carinho o de Estocolmo e de Rüdesheim am Rhein.

Dizem os entendidos que os Mercados de Natal de Praga, Budapeste, Bruges e Paris são os mais populares entres os casais por gozarem de uma atmosfera mais romântica. Já visitamos o de Paris, nos Champs-Élysées e sim, é de facto, de um romantismo só. Mas, para mim, romântica por natureza são assim todos os mercados!


Para quem gosta de decorações com luzes, luzes e mais luzes Viena e Zurique aparecem no topo da lista. Não podemos confirmar porque só visitamos estas cidades no Verão. 


Munique e Londres são especialistas em artesanato e doces. Já em Dresden, na Alemanha o 'Striezelmarkt' é um dos mercados mais antigos daquele país, nascido em 1434. À volta da cidade reúnem-se muitos outros mercados, cada qual com a sua particularidade e charme único. Não é por acaso que Dresden é considerada a "Cidade do Natal".


Para o ano queremos fazer vários mercados numa só viagem, já que as distâncias entre eles são curtas e com crianças é o ideal. Aproveitamos e mergulhamos em cidades e vilarejos deliciosos. Para reduzir custos optamos por viajar em low cost (Easyjet) e assim faremos:

Lisboa – BasileiaEstrasburgoColmar – Friburgo.

O primeiro mercado da lista é o de Estrasburgo, na região de Alsácia. Fica aqui o melhor e mais antigo Mercado de Natal da França, que data de 1570 e é recheado de coros natalícios, pista de gelo e casinhas de madeira. É realizado no pitoresco centro da cidade, contornando a Catedral histórica o que atribuiu à cidade a fama de conservar a tradição e cultura.


Queremos terminar com a visita Friburgo e ao seu Mercado de Natal. Situados na orla ocidental da Floresta Negra, numa das regiões mais populares da Alemanha têm um colorido colossal. O mercado faz-se ao redor da Catedral de Münster que é uma obra-prima da arquitectura medieval, abraçado por um conjunto de imponentes edifícios históricos. Graças à sua localização única, Friburgo pode ser o ponto de partida perfeito para visitar outros Mercados de Natal na Alemanha, Suíça e França


Mas sabem, independentemente do país que escolherem, seja no estrangeiro ou na "santa terrinha", seja grande ou pequeno, de renome ou não, um Mercado de Natal é sempre a certeza de alegria e magia contagiantes do espírito natalício.


Segundo o AEIOU e o Momondo, estes são os cinco melhores Mercados de Natal da Europa:
  • Viena
  • Colónia
  • Praga
  • Bruges
  • Copenhaga
Deixamo-vos agora uma lista completa de Mercados de Natal no Mundo

P.S. - As fotos dos mercados de Dresden, Estrasburgo e Friburgo foram retiradas da Internet.

Preparados? Ele chega esta noite!

6.12.15
Chega hoje, à noite! Quem? S. Nicolau, patrono das crianças, dos marinheiros e dos viajantes, da Rússia, da Grécia e da Turquia! Que ele acompanhe e proteja as nossas crianças e a todos na vida e nas viagens.

"Muito longe, no Oriente, vivia um bispo piedoso chamado Nicolau.
Certo dia, ouviu contar que no Ocidente havia uma cidade, onde todas as pessoas sofriam grande fome, inclusive as crianças.
Nicolau chamou então os seus servos que o amavam muito e falou-lhes:
-Tragam-me frutas dos seus pomares e colheitas dos seus campos para que possamos saciar os famintos.
Os servos trouxeram cestas com maçãs e nozes. Em cima colocaram pão com mel feito pelas mulheres do lugar. Trouxeram também sacos cheios de grãos dourados de trigo. O bispo Nicolau ordenou que todas as dádivas fossem levadas num navio. Era um navio grande e bonito, todo branco e sua vela era azul, como o azul do céu do bispo Nicolau.
O vento soprou na vela do navio para que ele andasse, e quando o vento se cansou, os servos pegaram os remos e levaram o barco para o Ocidente. Viajaram muito tempo: sete dias e sete noites.
Quando chegaram à grande cidade era noite e não se via ninguém nas ruas, mas as luzes brilhavam pelas janelas das casas. O bispo Nicolau bateu numa janela. A mãe que morava na casa pensou ser um viajante pedindo abrigo e mandou o filho abrir a porta. Não havia ninguém na frente da porta. A criança correu até a janela. Também não viu ninguém, mas encontrou uma cesta cheia de nozes e maçãs vermelhas e amarelas, e não faltavam os pães de mel. Ao lado da cesta havia um saco repleto de grãos dourados de trigo.
Todas as pessoas comeram das dádivas e ficaram fortes e alegres. Agora São Nicolau está no céu.
Todos os anos, na data de seu aniversário, ele viaja para a Terra, monta seu cavalo branco e vai de estrela em estrela. Lá encontra a Virgem Maria: ela recolhe fios de ouro e de prata para fazer a camisinha de Jesus. Maria então lhe diz:
Querido São Nicolau. Volte para as crianças. Leve-lhes as tuas dádivas e dizes-lhes que o Natal, o nascimento do Menino Jesus , se aproxima."


Conto extraído do livro “Erziehungskumst” de Emmy Proske – Tradução : Barbara Trommer

Feliz noite de S. Nicolau!

Ho! Ho! Ho!

2.12.15
E estamos em contagem decrescente para o Natal e para mais uma viagem de longo curso, para passarmos o fim-de-ano noutro continente (mas esse será tema para outro post). 


Natal é mais do que a noite de Consoada em família e já estamos em celebração. Rituais que vão desde as decorações, aos postais (tradição que queremos retomar este ano), confecção de doces (apesar desta mãe não ter nascido para a cozinha), ouvimos músicas de Natal de diferentes países, recordamos com imensa alegria as que ouvimos nesta quadra na Venezuela, na Disneyland Paris, por exemplo e intensificamos o olhar/gestos ao próximo… As manas estão 100 por cento envolvidas em tudo. É assim que vivemos esta quadra. Até as próximas viagens estão a ser desenhadas debaixo da árvore de Natal ("el arbolito", como lhe chamamos). 


Sabem que o Natal existe porque Jesus nasceu e que, naturalmente nem todos os povos o celebram, o que para elas também é algo perfeitamente normal. A mana “maiúsca” já pediu para conhecer a terra e Jesus e esse é também um sonho antigo que queremos realizar daqui a uns três anos. Com “el arbolito” concluído, o presépio será montado no próximo fim-de-semana, com a ajuda dos avós e a localização geográfica de cada figura no mapa-mundo. 

O engraçado é que para as miúdas o Natal não é aquele dia do ano ansiado por causa das prendas (como já referi noutro post, cada filha recebe apenas uma prenda nossa, sabem que é dando – afecto, presença, amor – que se recebe) mas sim, porque estamos todos juntos, sob o mesmo teto, sentados à mesma mesa, com costumes de vários países dos quais se destacam: Venezuela e Portugal e dentro de Portugal – Lisboa, Alentejo e Madeira. E, vivendo nós longe dos avós e o pai tanto tempo (fisicamente) ausente, este é sem dúvida o verdadeiro Natal desta casa. 


Ontem receberam o calendário do Advento (adventum, que significa chegada). Este ano não foram feitos por nós, vieram da Alemanha. Os chocolates são de origem biológica e o cacau adquirido através de comércio justo. O açúcar é de cana e não refinado. Cada janelinha conta um pouco da história de Jesus e da humanidade. 


Quanto à intenção diária, definimo-la na véspera, em conjunto, depois de conversarmos sobre como foi o nosso dia. Ontem o desafio era serem ainda mais gentis com os que nos rodeiam: prova superada! Hoje: auxiliar os demais nas dificuldades. Em todas, nas pequenas e subtis e nas grandes. 


No sapatinho são colocados quatros desejos e já sei que todos são destinos a conhecer! 
O meu é o de conseguir reunir toda a família, novamente num Natal, na Suécia (agora com as manas, que quando fomos ainda não eram nascidas). O Natal mais mágico que já vivi, até hoje! Sim, eu vi o Pai Natal, ele existe, chega na neve, num trenó puxado por renas, bate à porta de casa, entra, senta-se, conversa com cada criança e distribui prendas, na noite de Consoada. Ho! Ho! Ho!



Livros sensoriais

30.11.15
O Natal aproxima-se e aqui em casa, à semelhança dos aniversários, cada um recebe (habitualmente) apenas uma prenda (às quais se juntam as que oferecem familiares e amigos). Não precisamos de mais, estamos juntos, em família, com os que mais amamos, no aconchego do lar, com a mesa recheada de sabores e aromas deliciosos, o crepitar da lareira… É suficiente (e não, não é um cliché, para nós é mesmo assim)! 

Este ano e porque andamos sempre de um lado para o outro, em deslocações que implicam (parte delas) longas horas de avião e aeroportos, optamos por oferecer às manas livros sensoriais


Os livros físicos tradicionais são uma presença assídua, tanto em casa quanto em viagem, mas no último caso podem tornar-se um desafio, quer seja pelo peso ou pelo tamanho. 

Já o único iPad da casa pertence à mana “maiúsca” e é utilizado apenas para os jogos terapêuticos, se o levarmos corre o risco de ficar sem bateria muito antes de completarmos metade do voo, caso o avião não tenha tomadas, o que é por si só uma desvantagem. Já os livros sensoriais, além de fofos e mais maleáveis, não só desenvolvem toda a motricidade fina e grossa, como destreza, inteligência emocional, matemática, idiomas, escrita e leitura, um sem número fantástico de aptidões. Este Natal, cada mana terá o seu, personalizado e adequado às suas fases de desenvolvimento. 

Numa loja de brinquedos, no Luxemburgo, encontramos à venda mas custavam cerca de €80, cada um e eram pequenos. Fazer um livro destes requer muito tempo, muito trabalho, dedicação, utilização de material. Como queríamos personalizados, quando cheguei a Portugal iniciei uma pesquisa na Internet e gostei imenso dos que desenvolve a Vera, da Peek a Book (e têm um preço super em conta).




Conversamos, expliquei-lhe as dificuldades da mana mais crescida e as áreas em que precisa de mais apoio e daí ao início do projecto foram dois dias. O da mana "minúsca" foi mais fácil, está a ser elaborado de acordo com a idade e ambos preenchidos com as preferências de cada uma. Adivinham? Sim, viagens! Assim que chegarem prometo que posto para verem. Até lá, deixo-vos algumas ideias da Vera e, para as mães, avós, tias, pais mais prendados, no Printerest encontram ideias giras, giras.


Cidade do Luxemburgo

20.11.15
Entre pontes e muralhas, serpenteada pelo rio Alzette e abençoada por uma paisagem de cortar o fôlego abriga-se a pequena cidade do Luxemburgo, com as suas fortificações e bairros classificados pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade. Ruas e ruelas que se percorrem a pé e albergam estátuas e monumentos exclusivos. Uma cidade cosmopolita que se “divide” em duas: a alta e a baixa e onde o antigo e o moderno convivem lado-a-lado.



Este é o único Grão-Ducado do mundo e faz fronteira com a Bélgica, a França e a Alemanha. O Luxemburgo é um país trilingue, onde o alemão, o francês e o luxemburguês são línguas oficiais. 


Porque o Luxemburgo é Capital Europeia da Cultura 2015 e porque assume a presidência do Conselho da União Europeia até Dezembro deste ano, os hotéis centrais estão todos ocupados e assim, optamos por ficar alojados (como já vem sendo habitual nas nossas viagens pela Europa) no Novotel. Quartos amplos, excelente pequeno-almoço, serviço de restaurante muitíssimo variado e com qualidade (apesar de dispendioso), o hotel fica situado a menos de 10 minutos, a pé do centro da cidade, numa zona muito tranquila e agradável.



Apesar de pequena, esta cidade tem a capacidade de nos fazer sentir no epicentro da Europa. Cruzamo-nos com pessoas dos mais variados países da União Europeia e não só. Afinal, 60% da população é estrangeira.Tão depressa estamos a falar francês, como inglês, castelhano, português, alemão (que nenhum de nós domina)... E por falar em português, não se surpreenda se o seu taxista o for. Segundo os mesmos nos confessaram, 95% dos motoristas de táxi são portugueses. Esta mescla cultural traduz-se na gastronomia e em toda a oferta da cidade, aos mais variados níveis.


O que visitar:

O bairro do coração da cidade velha chama-se Mercado-do-Peixe. Recheado de atraentes bistrôs de especialidades é charmoso, ponto assente de artistas e sede de museus como o Museu Nacional de História e de Arte, o Museu da História da Cidade, a Igreja de Saint-Michael, o Bock (uma fortificação rochosa natural) com as suas Casamatas* (23 quilómetros de um extraordinário complexo de passagens subterrâneas e galerias para defesa da cidade), Corniche: considerada a varanda mais bonita do mundo, o Palácio Grão-Ducal (residência oficial do Grão-Duque), a Casa da Europa, entre outros. 


A Casa da Europa foi uma das visitas que mais gostamos de fazer com as manas. Aqui, podem explorar tudo o que está relacionado com todos os países-membros, tirar dúvidas e levar gratuitamente mapas, livros em diversos idiomas. 


Outra visita que todos gostámos muito de fazer foi à acolhedora Catedral de Notre-Dame.


A cidade presenteia-nos com estátuas e fontes originais e bonitas, além de maravilhosos parques e jardins, agora vestidos de tons e sons de Outono. A homenagem aos combatentes é uma presença assídua aqui. 






Para descer para a chamada cidade baixa: Grund - Glausen (onde nasceu Robert Schuman, o pai Europa) - Pfaffenthal - tem duas opções: a pé ou de elevador (gratuito com entrada na Cidade Judiciária), o que com crianças ou pessoas com mobilidade reduzida é muito prático.
Estas são há muito povoadas sobretudo por artesãos que precisam da água para exercerem os seus ofícios. 


Obrigatório:
Para os amantes do chocolate esta é uma paragem deliciosamente obrigatória, mesmo em frente ao Palácio Ducal. A Casa do Chocolate - Chocolate House Luxembourg oferece uma infinita variedade de chocolates, trufas, bolos e o famoso chocolate quente de colher. 






Dicas:

Tanto na recepção do hotel quanto o taxista que nos levou, avisaram-nos para não passearmos pela zona da Estação de Comboios. Mesmo assim, acabámos por ir conhecer e percebemos que é uma zona com muitos sem-abrigo, droga, prostituição... A estação é bonita.


* Na cidade do Luxemburgo entre 31 de Outubro e o inicio de Março não circulam autocarros ou comboios turísticos e as Casamatas estão encerradas, embora seja possível admirá-las do exterior. Também o Palácio Grão-Ducal é possível visitar apenas durante um mês por ano, entre Julho e Agosto.



Para ir do aeroporto para o hotel pode fazê-lo de autocarro (nr.º 9 que termina na Estação de Comboios), por €2 por passageiro ou de táxi - €30 por percurso.

Quantos dias:
Dois dias serão suficientes para conhecer a cidade, mesmo com crianças. Se as suas crianças foram pequenas, o carrinho é essencial para que possam repousar. Se pretender visitar alguns museus, então convém reservar dias extra.


Loja de Turismo:
Se estiver na cidade apenas por algumas horas (entre as 09:00 e as 18:00 horas) pode deixar as suas malas no centro, gratuitamente. 

Restaurantes:
A Place D'Armes é uma boa opção com as suas inúmeras esplanadas e cardápios. E, nesta altura do ano encontra cobertores em todas, para poder usufruir confortavelmente das suas refeições, no exterior. Já no Grund (cidade baixa) existem restaurantes de topo onde poderá comer nos pátios/jardins interiores lindíssimos. Não, comer nesta cidade não é barato mas come-se muito bem. 

Lojas de brinquedos:
Existem várias lojas de brinquedos onde é possível encontrar material didáctico, para as diferentes idades, todos elaborados em madeira, tecidos... Somos fãs mas como viajámos em low cost, só com bagagem de mão acabámos por não "perder a cabeça".

Mercados:
Todos os sábados acontece o mercado hortícola, de queijos e fumados, com muitas bancas de produtos biológicos, uma variedade fantástica, na Praça do Município - Place Guillaume II. Nós não podíamos falhar e gostámos imenso! 




Curiosidade:
O Luxemburgo é membro fundador da União Europeia, NATO, OCDE, Nações Unidas, Benelux e da União da Europa Ocidental o que reflecte o consenso político em favor da coesão económica, política e integração militar.

Nas encostas de Bock existem vinhas que produzem 200 garrafas de vinho por ano para serem usadas exclusivamente pelo primeiro ministro em recepções oficiais. 

Nós? Recomendamos e queremos regressar, agora para conhecer outras regiões deste pequeno mas encantador país da Europa!