Charmosa, romântica, sedutora e acolhedora... Adjectivos que ainda assim não fazem 100% jus à querida cidade de Berna. A capital da Suíça fica a 1h30 de Zurique e é uma caixinha de surpresas a cada esquina, recheada de belezas naturais e esculpidas excepcionais.
Rio Aar
A cidade é banhada pelo Rio Aar e é impossível não ficar fascinado pela cor que apresenta. É realmente apaixonante e intrigante! 195 Quilómetros de águas cristalinas que nascem aos pés de Grimsel passando depois por Interlaken e Tune até chegarem a Berna.
Torre do Zytglogge
Com 610 anos, o relógio “do tempo” (assim se traduz) está no top das atracções turísticas de Berna. O complexo processo de engrenagens, cordas, alavancas e botões, que se movimentam num constante "clic-e-clac" ritmado por um colossal pêndulo que a torre alberga consegue ser mais interessante do que a discreta dança de figuras e o soar das horas deste relógio astronómico. Três minutos antes da batida de cada hora, as figuras do relógio movem-se. Não vale a pena criar grandes expectativas à volta do evento para não correr o risco de desiludir as crianças. Mas sim, é "obrigatório" conhecer!
No topo da torre o sino de 1,4 toneladas onde estão gravados o mês e o ano em que a peça foi fundida - Outubro de 1405. O ponteiro maior marca as 24 horas do dia, já o da estrela o mês e a data. Os painéis mais escuros na parte posterior anunciam o nascer e do pôr-do-Sol, enquanto um idêntico ponteiro indica a época do Zodíaco na qual nos encontramos e outro as distintas fases da Lua.
Bundeshaus
Desde 1848 que Berna é a capital da Confederação Helvética (actualmente, e segundo a carta das denominações de países da Suíça, o país é nomeado oficialmente e só como Confederação Suíça). O Bundeshaus (Parlamento), sede do Parlamento Suíço, está localizado entre duas das principais praças da cidade: a Bärenplatz e a Bundesplatz. É possível visitá-lo, de segunda a sexta, mediante marcação (já que esgota em menos de nada). Um dos passatempos preferidos das manas, nesta zona, foi o de atravessar, em corrida, os repuxos que se elevam desde as profundezas desta praça.
Cidade Antiga
É aqui que encontramos o centro histórico de Berna considerado Património Mundial da Humanidade pela UNESCO desde em 1983. Percorre-se muito bem a pé, como aliás, toda a cidade. É como desfilar num conto de fadas ilustrado com a famosa arquitectura medieval, juntamente com os seus edifícios datados do século XV, seis quilómetros de arcadas que acolhem zonas comerciais, tornando-a a mais extensa na Europa sempre ao som de música tocada por exímios e eruditos artistas que também actuam nas ruas. Albert Einstein escolheu-a para viver e a Constança que adora este Nobel, ficou deslumbrada com a energia e simplicidade da casa-museu do seu génio.
Os telhados trabalhados e as águas furtadas que se sobrepõem umas às outras dão a Berna um toque sublime. A somar, as seculares fontes de água, onde pode encher a sua garrafa ou simplesmente aproveitar para descansar e se refrescar. Cada fonte é contemplada com uma estátua de um personagem lendário ou histórico. Há uma que se destaca de tão perturbadora que é, por caracterizar um Ogre (Kindlifresser), a comer crianças. Reza a lenda que caso não se alimentasse o Ogre ele comeria as crianças da cidade. Para compensar tem ursos por todas as partes, até porque é o símbolo de Berna. E é super divertido fotografar com e em cima deles (há várias esculturas em toda a cidade). Tem inclusive o Parque dos Ursos que não visitámos por estar em remodelação e os animais fora de Berna. A entrada é livre.
Os telhados trabalhados e as águas furtadas que se sobrepõem umas às outras dão a Berna um toque sublime. A somar, as seculares fontes de água, onde pode encher a sua garrafa ou simplesmente aproveitar para descansar e se refrescar. Cada fonte é contemplada com uma estátua de um personagem lendário ou histórico. Há uma que se destaca de tão perturbadora que é, por caracterizar um Ogre (Kindlifresser), a comer crianças. Reza a lenda que caso não se alimentasse o Ogre ele comeria as crianças da cidade. Para compensar tem ursos por todas as partes, até porque é o símbolo de Berna. E é super divertido fotografar com e em cima deles (há várias esculturas em toda a cidade). Tem inclusive o Parque dos Ursos que não visitámos por estar em remodelação e os animais fora de Berna. A entrada é livre.
Catedral
Esta é a maior e mais importante igreja medieval Suíça. Com morada na Münstergasse, foi construída no século XV e é um sublime modelo do gótico tardio. Na porta principal foi esculpido em pedra uma obra-prima a representar o Juízo Final.
Se quiser perder o fôlego antes de se deslumbrar com a incrível vista panorâmica da cidade, suba a torre da Berner Munster.
Rosengarten
As manas adoram um parque e nós também! Seja para descansar as pernas, ver as vistas, fazer um piquenique… todos os pretextos servem. E neste parque, o "Jardim das Rosas", encontramos mais um, rosas, muitas rosas e nenúfares que esta mãe tanto gosta. Além de tudo isto, a vista soberba sobre a cidade. E a cereja no topo do bolo é que ele ficava mesmo ao fundo da rua do nosso hotel: Novotel Bern Expo.
Quanto aos habitantes de Berna, são do mais acolhedor que existe!
Nas refeições a salsicha branca foi rainha por um dia e os chocolates em toda a viagem, pois claro! Uma dica em termos de alimentação... A Suiça é um país caro e as refeições não são excepção mas existe sempre a opção de comer nos restaurantes buffett dos supermercados Migros e Coop. Pode também optar por levar e usufruir de um piquenique num dos muitos deliciosos parques e praças que a cidade oferece.
Nas refeições a salsicha branca foi rainha por um dia e os chocolates em toda a viagem, pois claro! Uma dica em termos de alimentação... A Suiça é um país caro e as refeições não são excepção mas existe sempre a opção de comer nos restaurantes buffett dos supermercados Migros e Coop. Pode também optar por levar e usufruir de um piquenique num dos muitos deliciosos parques e praças que a cidade oferece.
E despedimo-nos de Berna com um pensamento de um dos seus mais nobres habitantes, Einstein e as nossas dicas sobre como viajar na Suiça: "Só há duas maneiras de viver a vida: a primeira é vivê-la como se os milagres não existissem. A segunda é vivê-la como se tudo fosse milagre."


















