Bahamas

9.3.15


O azul turquesa das águas quentes e cristalinas, do Atlântico banhado pela corrente do Golfo invade-nos os sentidos. Uma brisa tépida e suave beija-nos o rosto e dá-nos as boas vindas! É impossível resistir a tamanha tentação neste paraíso tropical. Chegamos a Nassau, a capital das Bahamas, na ilha de New Providence!

O povo acolhedor e de sorriso fácil recebe-nos como se fossemos parte das suas famílias.

O porto e o centro da cidade estão invadidos de pintores, artesãos, vendedores ambulantes, restaurantes (onde poderão apreciar os tradicionais: “conch”, um molusco local e beber a cerveja Kilik), além das lojas tax free onde os preços convidam a comprar um bom relógio ou uma jóia mais requintada.







As crianças gostam de desvendar os mistérios dos simples brinquedos caribenhos. As tartarugas, feitas a partir da casca do coco são um sucesso, entre a pequenada local e estrangeira.



No cais existem várias possibilidades de passeios. Um deles, faz-se numa embarcação com o casco em vidro que permite ver o fundo do mar. É uma viagem agradabilíssima e inesquecível. A bordo existe um pequeno aquário que dá a conhecer as várias espécies endémicas de fauna. Durante a viagem avistamos peixes coloridos, alguns com formas raras, corais, destroços de navios e até mergulhadores. Existem outros passeios, também pelo mar que nos permitem conhecer, ao vivo, acabadas de apanhar estrelas-do-mar e outros seres fantásticos destes mares (são naturalmente devolvidos à natureza).









Aqui, os dias podem ser preenchidos não só com estadias em praias paradisíacas, de areia branca mas também com actividades aquáticas para todas as idades, mergulho, vela, pesca, passeios pelas ilhas, nadar com golfinhos e em terra, passeios de bicicleta e ecológicos, observação de pássaros exóticos, e uma visita histórica, em Nassau, que não dispensámos.




Um simpático comboio, leva-nos a conhecer as paragens históricas mais interessantes desta cidade.



Gostamos imenso de conhecer o Fort Charlotte (a entrada custa $1). Com uma vista arrebatadora sobre Nassau, esta visita guiada é um mergulho na história das Bahamas desde a sua descoberta. A influência britânica na cultura actual e a abolição da escravatura. Apesar das várias ofertas de recordações, no local não existe restauração, pelo que é aconselhável ir preparado, sobretudo com águas.



O Museu dos Piratas também é visita obrigatória e as crianças mais crescidas deliram, já as mais pequenas podem ter algum receio uma vez que o espaço é escuro e pejado de “piratas”, mas nada que um colo não resolva. Ao lado, um bar que serve o famoso “bolo de rum”, confecção dos piratas das Caraíbas.

O famoso pirata Barba Negra viveu nesta ilha. As casas típicas são uma atracção bonita pelas suas cores alegres e arquitectura colonial, assim como as igrejas e colégios locais.

Atlantis



As Bahamas são uma porta para conhecer a mítica cidade da Altântida: Atlantis! Um mega resort luxuoso composto por seis hotéis, dois centros comerciais, vinte restaurantes, onze piscinas (com ambientes distintos para todos os gostos e idades), três praias, um lago de água salgada, um parque aquático - Aquaventure... É tão extenso que convém descarregar esta aplicação para não perderem pitada.





Mas, não têm que ficar alojados para poder usufruir deste admirável mundo. Estão disponíveis para visitantes, o Parque Aquático, com inúmeros escorregas para as crianças com altura superior a 1,20 metros. Aqui podem nadar, interagir e alimentar golfinhos e leões marinhos (um dos programas mais solicitados pelas famílias com crianças pequenas, convém reservar com antecedência), mergulhar com os tubarões...

A não perder é a visita ao The Dig – um aquário réplica da mítica cidade atlante, com ruínas, ruas e túneis. Ninguém resiste à magia deste lugar. Desde peixes coloridos e brilhantes, a garoupas, peixes venenosos, raias iridescentes, moreias gigantes, tubarões, entre uma infinita espécie de conchas e outros elementos marinhos.





É ainda possível deliciarem-se com a gastronomia local e internacional oferecida nos variados restaurantes ou visitarem o casino (dependendo da idade das crianças). Atenção que o cartão de crédito é o único meio de pagamento aceite, até para pagar uma garrafa de água.

Blue Lagoon Island



Esta é uma ilha privada, localizada a 25 minutos de catamaran, de Nassau. Na Blue Lagoon Island podem nadar com os golfinhos, brincar na praia de areia branca, águas cristalinas, tranquilas, muita sombra, escorregas aquáticos para as crianças e fazer snorkel.

Por todo o arquipélago as praias são fantásticas! As águas quentes e cristalinas têm uma temperatura de 27 graus, ao longo de todo o ano, um verdadeiro convite ao mergulho.







A registar: protector solar com alta protecção para toda a família e ingerir muitos líquidos como água e sumos naturais! O clima assim o exige e sabe tão bem!

Melhor altura do ano para visitar as Bahamas

Os meses entre Dezembro e Abril são os mais agradáveis, apesar de o clima ser convidativo ao longo de todo o ano. Com uma amplitude térmica que varia entre os 18 e os 32 graus celsius, as Bahamas têm um dos climas mais amenos do Planeta. Atenção que entre os meses de Junho a Novembro a época é mais propicia à ocorrência de ciclones e tempestades tropicais.

Ilhas

Composta por 700 ilhas, as do Norte e do Oeste – Grand Bahama Island, Great Abaco, Andros e Eleuthera – muito elogiada pelo New York Times - são as menos quentes e as situadas a Sul, as mais quentes, sobretudo entre Julho e Agosto, com a temperatura da água a corresponder à do ar.

Como chegar

Avião – Não existem voos directos da Europa para este arquipélago. Podem optar por sair de Bogotá, Panamá, Nova Iorque, Miami, Fort Laurdedale ou Orlando, entre outros. As duas últimas cidades ficam a menos de uma hora de voo.

Ferry – Desde Fort Lauderdale. A viagem dura aproximadamente três horas e dizem ser uma experiência fantástica.

Navio de cruzeiro ou embarcação própria – O porto de Nassau tem capacidade para sete navios, de grande porte, em simultâneo.

Não são exigidas vacinas extra plano nacional de vacinação.

Curiosidades

A barreira de corais, nos Andros (Bahamas) é a terceira maior do mundo.

Aqui, os hotéis praticam um dos preços de alojamento mais caros do mundo. Ainda assim, é possível encontrar unidades hoteleiras, muito simpáticas, com preços mais acessíveis.

A economia local prosperou desde 1950 graças ao turismo e ao sector financeiro com o offshore.

John Steinbeck dizia que: "as viagens são como as pessoas, não hás duas iguais"! Nós concordamos! Já visitamos as Bahamas duas vezes e voltaremos certamente para mais surpresas!

Por falar em surpresas, já viram esta? Ups

Alimentação saudável em viagem

5.3.15

É possível? Claro que sim!

A nós não nos restam grandes alternativas já que a nossa filha mais velha lançou-nos um grande desafio por ter (até há pouco tempo) uma relação diferente com a comida. Evitava-a a qualquer preço, a menos que fosse pão (escuro), queijo, presunto, esparguete, alface, cenouras, algumas frutas, amendoins e crepes ou gaufres de chocolate.

Um leque muito variado e nutritivo, não vos parece? Pois, a nós também não! Agora já aprecia sushi (comida que eu dispenso) mas aprendeu com o pai, e ainda bem. Prefere os salgados e picantes. Carne vermelha? Só se for picada, ao estilo bolonhesa, hambúrgueres também não constam das preferências e desde há um mês que garante não gostar de ingerir nada que provenha da vaca (a sério que não fomos nós quem incutiu, é dela).

McDonald´s? Tinha três anos, era noite de Halloween, estávamos em plena Miami. Decidimos arriscar e pela primeira vez levá-la a experimentar (ainda que no meu ombro sentisse o toque de um anjinho papudo a julgar-nos: “que pais irresponsáveis, a levarem a menina para esse antro”. No fim, acabou por comer meia dúzia de batatas fritas e metade de um boião de comida Gerber… Refrigerantes nunca gostou, apesar de não entrarem na nossa casa, já provou e rejeita, o que é mais um ponto a favor na hora de viajar!
McDonald´s riscado da lista de escolhas (confesso que, no fundo fiquei feliz, iupiiii)!
A foto fala por si!

As pediatras que até hoje a acompanharam garantem que não é motivo para alarme até porque, tem sido uma criança saudável e “quando tiver fome vai comer”, dizem.

À semelhança do quotidiano, em viagem a sopa é assídua no almoço e no jantar (desde que, para a Constança muito bem passada e para a bebé mais espessa, cada uma com o seu deleite).

Habituámo-nos a pesquisar restaurantes mais tradicionais, caseiros, vegetarianos ou gourmet e com gastronomia local (para apurarmos todos o paladar) que ofereçam esta hipótese. Além destes, os italianos têm-se revelado uma óptima opção, não pelas pizas, que a Constança não é grande aficionada mas pela oferta de pratos confeccionados com esparguete, as outras massas não são chamadas ao banquete.



Quem aproveita para se deliciar à mesa é a bebé.
Ama comida e se puder está sempre a petiscar. É uma doceira nata (mea culpa)!
Boiões de comida para bebé? Nem vê-los! Detesta e fica mesmo zangada (graças a Deus)! Mas já existe comida biológica, para bebé, em boião.

Esta diversidade, também nos gostos gastronómicos, na família é uma verdadeira bênção e tem-nos conduzido a descobertas nutritivamente deliciosas, à volta do mundo!
Aprendemos a ser pais:

Mais flexíveis - não há rigidez nos horários, nem nas escolhas a irem para os pratos;
Mais pacientes - podemos demorar duas horas com uma refeição

Sugestão


Nós costumamos visitar mercearias e mercados nos destinos que percorremos. Temos tido agradabilíssimas surpresas. Acabamos por descobrir imensos produtos locais e experimentamos comidas novas, às vezes muito exóticas. Já nos salvaram em algumas ocasiões. Quando andamos pelas Caraíbas, almoçamos muitas vezes em praias. Há sempre peixe que podemos escolher e as crianças deliram! É das melhores coisas a fazer nestes destinos: um piquenique no areal, à beira mar!

Dicas

Cuidado com as consequências do sumo de limão (muito utilizado para temperar estes pratos) na pele, quando exposta ao sol porque queima! Tivemos essa amarga experiência no braço da nossa filha mais velha. Pedimos peixe (como podem ver na foto), temperamos com lima que terá respingado para o seu bracinho. Ao fim da tarde, a zona afectada assemelhava-se a um escaldão, o que nos pareceu estranho (pelos cuidados que temos com a protecção solar) e em poucas horas fez bolha, levantou a pele e era, na realidade uma colossal queimadura. Foi imediatamente tratada e, em semanas ficou bem, em meses a mancha foi desaparecendo. Hoje não se nota nada, ficou o susto, a surpresa e deixamos o alerta!

Sandes, frutas, barras de cereais e iogurtes

Se fizerem pequenos-almoços buffet podem aproveitar para, no final fazerem uma sandes e levarem uma ou duas peças de fruta, assim como barras de cereais e um iogurte para os lanches da manhã. Lembrem-se de levar uma colher (devolvem ao fim do dia).

Frutos secos

São óptimos, ricos em Omegas e ajudam a afastar a tentação dos doces. Encontram-se facilmente em praticamente todos os destinos. Atenção à idade das crianças. Antes dos dois anos são perigosos pelo risco de asfixia.

Bebés

Para os que já não são amamentados, certifiquem-se apenas que existe, no destino de férias, o leite em fórmula ao qual estão habituados. É muito prático quando os bebés estão acostumados a beber o leite, à temperatura ambiente. Com as nossas foi muito fácil. Tenham sempre à mão uma garrafa de água mineral e uma dose a mais de leite em pó.

Avião

É possível reservar previamente refeições vegetarianas. Têm-se revelado uma excelente opção nas nossas viagens.

P.S – Andamos sempre acompanhados de um pacote de bolachas, uma peça de fruta e uma garrafa de água (hidratação é essencial), só para o caso de demorarmos mais tempo até encontrarmos o lugar ideal para comermos.

Sonho ou pesadelo?

3.3.15
Sabem aquela viagem perfeita? Aquela que idealizam, visualizam e até já sentem o que sentiriam, ouvem o que ouviriam e vêm o que veriam quando a concretizassem? Boa, essa mesmo! Aconteceu-nos!
Somos fãs de cruzeiros e, por ser o último ano em que não estávamos sujeitos à ditadura do calendário escolar, optamos por navegar em Maio, pelo Mediterrâneo, já que até então viajavamos sempre pelos mares das Caraíbas.

Companhia de navegação

Somos entusiastas da Royal Caribbean (RC) e não era fácil optar por outra companhia, sobretudo depois de termos passado férias fantásticas a bordo, tanto do mais pequeno (Majesty of the Seas), quanto (na altura) do maior navio de cruzeiros do mundo (Oasis of the Seas)– ambos RC. Mas essa era uma crença altamente limitadora e temos um lema: sair da zona de conforto! Arriscamos a MSC!

Navio

MSC Preziosa: mais um gigante dos mares, com capacidade para 3500 passageiros e mais de 1300 tripulantes, com uma escadaria de cristais Swarovski (pirosa que sei lá, para o nosso gosto mas encantadora para muitos dos passageiros que a sobem e descem deslumbrados), discoteca para miúdos e graúdos, o maior parque aquático dos mares, um simulador de formula 1 a bordo… Cabines e camarotes espaçosos e francamente confortáveis (aquí ganham à RC).
Um navio muitíssimo simpático!
Íamos comprar uma cabine com janela mas já não estavam disponíveis. Restava-nos escolher entre interior e com varanda. Com crianças (curiosas e atrevidas) ficamo-nos pela primeira opção e não nos arrependemos!







Porto de partida

Queríamos sair de Veneza por sabermos que seria uma das últimas oportunidades para contemplarmos a Piazza de San Marco, desde o Grande Canal, a bordo de um navio gigante (já que a partir de Novembro de 2014, todos os navios com mais de 96 toneladas estariam impedidos de navegar neste canal). Esta saída é considerada, pelos amantes dos cruzeiros, como a mais fabulosa do Planeta! E foi!!! Não encontramos, ainda hoje, adjectivos à altura para a descrever!







Quando demos por nós já estávamos a bordo e alojados! O nosso camareiro, Gyang, era um amor. Confessou-nos que não conhecia o navio, apenas aquele deck e a cabine partilhada, onde dormia. Contou-nos um pouco do que é ficar nove meses no mar, sem sair sequer nos portos, um sacrifício recompensado quando vê os sorrisos tranquilos nos rostos dos filhos e da esposa (há escolhas ingratas).
Saímos de Veneza rumo a Bari...





Buffet

Não pretendíamos jantar no salão, na primeira noite e fomos ao buffet, era a confusão total! Passageiros em atropelo, empregados pouco disponíveis... Pedimos uma sopa para a bebé que demorou uma eternidade a chegar (vinha da cozinha) e o cardápio, digamos que não era, de todo o mais variado. Mas pensamos: siga a marinha! Seguimos!

A partir desse momento a nossa viagem entrava numa espécie de espiral de alienação! Cruzavam-se connosco as personagens mais sinistras, mais arruaceiras, excepção feita a um grupo de bailarinos alemães que usufruíam do seu cruzeiro dançante, numa secção à parte. As zonas de fumadores confundiam-se com as de não fumadores (tal era o abuso dos passageiros perante a apatia da tripulação responsável).

Clínica

Tínhamos saído, definitivamente das nossas zonas de conforto! Até que, um a um (salvou-se a Madalena) e à medida de um por dia, adoecemos a bordo (desconhecemos até hoje a causa mas desconfiamos de intoxicação alimentar).
Ficamos a conhecer a clínica (simpática por sinal), a frieza e a rigidez (assim como a eficiência) dos médicos do Kosovo e de Montenegro e a simpatia de uma jovem enfermeira da Macedónia. Descobrimos ainda as manhas de muitos tripulantes que inventavam as desculpas mais rocambolescas para invadirem a zona com queixas em troca de justificações médicas, para faltarem ao serviço. Como a maioria era de nacionalidade brasileira (e não sabiam que éramos portugueses) acabávamos por ouvir as combinações das sintomatologias, entre eles, antes de chegarem aos médicos e tinha mesmo muita piada. Claro que a porta da rua era a serventia da casa e saiam de lá mais depressa do que entravam, para chegarem a horas aos seus postos!
Chegamos a Istambul, saímos no navio, pisámos terra firme e já a alcançar o controlo de saídas perdi o Norte, o Sul, tudo... regressámos ao Preziosa, esta mãe de cadeira de rodas. Fiquei meia manhã a receber soro e medicação intravenosa. Mas, ver Istambul por uma escotilha era inaceitável para a minha vontade maior de pôr pés ao caminho e desvendar os mistérios da mística Istambul. A enfermeira macedónia, depois de tanto lhe rogar lá me fez a vontade e fomos, os quatro felizes à aventura, numa cidade a regressar!



Excursão



Perdemos a excursão que tínhamos comprado de véspera, a única que recebeu o valor de volta fui eu (tinha atestado médico). Não aceitaram a justificação de que o pai tivesse que ficar a bordo, com as duas filhas menores, de olho na saúde da mãe.

Salão

Nessa noite, decidimos trajar a rigor para jantarmos no salão. Estava com lotação quase esgotada, sob um ruído ensurdecedor, digno da pior tasca... Como estava indecisa em relação ao prato principal decidi pedir apenas a entrada, para começar. Em resposta a antipatia do empregado de mesa e um: “tem que pedir tudo de uma vez e já!”. Levantamo-nos e fomos jantar a um restaurante pago!

Junior Club

No regresso de Istambul, eu ainda estava debilitada e a Constança frequentou por duas horas o Junior Club. A atenção prestada às crianças era tanta que levamos a nossa filha sem que ninguém se apercebesse. Por acaso éramos nós, os pais! Só por acaso... Passado uma hora, dirigimo-nos à recepção, pedimos a presença da responsável do club e perguntámos pela nossa filha. Perante o pânico da responsável, ao perceber que a criança estava desaparecida, apresentamos-lhe a Constança. Acreditamos que tenha servido de lição para casos futuros! No dia seguinte, tínhamos à porta, em nome da Constança, um saco recheado de mimos, com o boneco mascote, do navio a Dó Ré Mi e um pedido de desculpas formal.




Mas a viagem prosseguiu, rimos de muitas situações, reclamámos de várias, em sede própria.
Conhecemos viajantes que navegaram no mesmo navio (noutras rotas) e que tiveram férias perfeitas! A MSC é uma boa companhia de cruzeiros. Aconteceu, não a nós mas para nós e não foi tudo mau, pelo contrário, testamos limites, situações novas, reacção das crianças perante as adversidades em viagem, fortalecemos laços e agora, a esta distância arriscamos dizer: repetíamos!

Afinal, não são os acontecimentos das nossas vidas que a marcam mas sim, a forma como reagíamos ou agimos perante os mesmos!

Próximo cruzeiro, por favor!


Dicas

Quando viajarem façam sempre um seguro de saúde. A bordo, todas as despesas médicas serão suportadas por vocês e são bastante dispendiosas. Guardem os recibos e apresentem, na companhia seguradora, à chegada a Portugal. Têm que pagar a franquia e o resto é suportado pelo seguro. Vale a pena!

P.S 1 - Todas as fotos foram feitas com os nossos telemóveis, porque, também a máquina fotográfica teve um problema. E então?! Ficamos com fotos na mesma e com memórias fantásticas!

P.S 2 - O nosso próximo cruzeiro será realizado com uma companhia, com a qual nunca pensámos navegar (COSTA - sem razão especial, apenas ainda não nos tinha atraído), mas o itinerário é deslumbrante… Em breve contaremos tudo.

Como comprar um cruzeiro e o que levar
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