Dylan´s Candy Bar

20.7.15
Imagine que entra num mundo criativo, de arte, cor e aromas sem fim, onde quase tudo é comestível. Se existe? SIM, em todas as lojas Dylan’s Candy Bar! Um mundo de guloseimas, doces para todos os gostos, gelados, chupa-chupas, chocolates, rebuçados… e até sabonetes, roupa, calçado e outros acessórios de moda!


A primeira loja foi inaugurada em Outubro de 2001, em Nova-York. A marca é da autoria de Dylan Lauren (filha do famoso estilista Ralph Lauren e da fotógrafa Ricky Lauren). Uma jovem, apaixonada por doces desde pequenina que se inspirou no filme “A Fantástica Fábrica de Chocolate” e realizou o seu sonho.



A loja vende ainda guloseimas de marcas conhecidas e consagradas do mercado, como: Hershey’s, M&M’s, Wonka, Jelly Belly, entre outras.



Eu sou fã de doces mas de outro género (bolos e determinados chocolates) ainda assim, gosto imenso deste conceito (apesar de estarmos a cortar, ao máximo, com os açucares refinados). A Constança aproveitou para comer um chupa-chupa “gigante” e a Madalena, aos 21 meses comeu, deliciada, o seu primeiro chupa. Afinal, um dia não são dias e a estadia em Miami Beach ficou ainda mais prazerosa (e mega besuntada). O pai não resistiu às gomas!




Com esta doce visita adicionamos aos nossos lemas de vida a norma da Dylan: “May each step you take be sweet”.

Endereço:
Lincoln Road Mall, 801 Lincoln Rd, Miami Beach, FL 33139, Estados Unidos

www.dylanscandybar.com

Dica: Levem convosco toalhetes húmidos, com fartura!

Jet Lag

17.7.15
O nome pomposo é um engodo e pode esconder uns quantos dias menos simpáticos (mas só se nós deixarmos)!


O jet lag é o desequilíbrio entre o ritmo biológico do nosso organismo e os indicadores externos ambientais que por norma lhe servem de referência, como a luz solar. É causado pelas viagens no sentido dos meridianos e é mais acentuado para destinos como a Índia e Sudoeste Asiático (a Este), assim como para a América do Sul e Pacifico (embora menos por ocorrer na direcção Oeste). 

Quanto maior é a diferença horária entre o destino de partida e o de chegada, maior o desconforto que dispara quando esta alteração é superior a quatro horas. Para recuperar podem contar com um dia por cada hora de diferença (passa num instante).

Mas, o jet lag é caprichoso e viaja acompanhado. Com ele vêm sintomas que variam entre a insónia, cansaço, irritação, dores de cabeça, problemas de estômago ou intestinais, desorientação, entre outros. O mal-estar é geral, sente-se a nível físico, emocional e mental. Já o grau, esse é variável e depende de pessoa para pessoa. É que enquanto no seu destino o Sol se mantém no horizonte, o seu corpo (que é sábio) “pensa” e reage como se estivesse em casa, onde se está agora a meio da noite ou ainda no início da manhã.

A boa notícia é que as pessoas que dormem bem e as crianças são as que menos sofrem com o jet lag (confirmamos)! 


Medidas de prevenção

Antes do voo:

  • Dormir bem na noite anterior e evitar refeições pesadas; 
  • Começar a alterar progressivamente os seus hábitos; 
  • Fazer exercício nos dias que antecedem a viagem e caminhar no aeroporto (normalmente aproveitamos para ver exposições e visitar as livrarias e as 'dutty free'); 
  • Evitar ingerir chá, café, bebidas alcoólicas e gasosas 

Durante o voo: 

  • Usar roupas largas e sapatos confortáveis (nunca viajamos com skinny jeans); 
  • Acertar o relógio para a hora do destino (mentalmente inicia-se já o ajuste ao novo horário);
  • Fazer uma refeição ligeira;
  • Beber água frequentemente; 
  • Não permanecer de pernas traçadas; 
  • Aproveitar para dormir (não, não é o mais fácil quando viajamos com crianças e é por isso que  nós elegemos - sempre que possível - os voos de longo curso nocturnos); 
  • Levantar-se e esticar os braços e as pernas com regularidade (as miúdas adoram); 
  • Andar pela cabine (a Madalena é fã! Aproveita para cumprimentar meio avião) 

À chegada:

  • Caminhar pelo aeroporto; 
  • Colocar as pernas ao alto; 
  • Tomar um duche revigorante; 
  • Ir para o exterior ou um local com muita luz natural para se ir habituando às novas condições (a luz retarda a produção da melatonina, a hormona responsável pela sensação de cansaço e que envia ao cérebro a informação com a necessidade de sono);
  • Deitar-se só quando cai a noite e fazer as refeições nas horas locais; 
  • Programar as actividades mais exigentes para as horas em que estará mais energético
  • Evite a a ingestão de comprimidos para dormir e melatonina, uma vez que estes irão confundir o seu organismo ainda mais

    É oficial, o jet lag não é motivo que impeça a travessia para a realização de qualquer sonho mais distante!

Matheson Hammock Park

12.7.15
Gostamos de abrandar o ritmo frenético do quotidiano, gostamos de seguir a cadência que cada dia nos propõe. Como viajantes que somos, não traçamos planos rígidos e assim, deixamo-nos surpreender por lugares encantados como este: Matheson Hammock Park, uma jóia escondida dos turistas, em Coral Gables. O caminho até lá é absolutamente maravilhoso!



A 40 minutos de Miami Beach, aqui respira-se tranquilidade e paz. O local ideal para viver "o aqui e o agora", sobretudo num final de tarde, durante a semana (para evitar as enchentes dos locais que frequentam o local, nos fins-de-semana).





Um parque verde, com várias mesas de piquenique, uma praia familiar (desenhada numa enseada com pouca profundidade) que forma uma piscina natural, onde a água se renova a cada subida de maré, recheada de coqueiros, com sombras soberbas e uma acolhedora marina.









O único restaurante existente no local está fechado, por isso, convém ir preparado e levar lanche, até porque, o único vendedor de hambúrgueres e cachorros quentes, do local, só trabalha entre as 12h e as 15h. Os carros pagam $7 por dia para entrarem no parque. A sério, é imperdível!





Endereço:
9610 Old Cutler Road - Coral Gables - Miami - Flórida





Isla de Coche

30.6.15
E foi assim que desembarcámos nesta ilha, árida, "perdida" nas Caraíbas: Isla de Coche! 



Situada a vinte minutos (de barco) da Isla Margarita, a ilha conta com quatro pequenas povoações, humildes mas com locais muito amáveis (à semelhança da maioria dos paraísos por estas bandas). A capital é San Pedro de Coche.




Contratámos um guia local - não que a ilha seja grande, tem 11 km de comprimento, mas não existem carros para alugar - e fomos à aventura numa viatura que pegava com ligação directa (sem chave), enferrujada, barulhenta, mas arejada. O ar da Constança diz tudo, certo?! No Velho Continente, dificilmente poderíamos proporcionar-lhe semelhante experiência.




A par da hotelaria (ainda que sejam apenas dois hotéis), a principal actividade económica é a pesca. Em Coche existe uma antiga salina gigante, que chega a formar grutas de sal e ainda, um cemitério de conchas, este ultimo fruto dos resíduos de uma fábrica de conservas agora desactivada. Em 1541, a ilha foi atingida pelo mesmo maremoto que destruiu Cubagua.





Vivemos dias de "amor e (quase) uma cabana", alguns com sol aberto, outros nublados (para as fotos não ajudam mas acreditem que nos dão imenso jeito, se tomarmos as devidas precauções: toneladas de protector solar e muita hidratação). Fomos em Abril e apanhámos muitas algas e alforrecas (medusas), dizem os locais que é o mês em que o mar está a limpar. Nada que atrapalhe uns fantásticos dias de diversão e relaxamento!


A ilha oferece praias deliciosas, com mar calmo, sem ondas, água cristalina e morna, areia de coral, vento (em algumas alturas do ano) o que a torna um paraíso para os amantes do Windsurf e Kitesurf. Jet Ski, mergulho e snorkel (no mar aberto) são também "obrigatórios".

A 25 de abril de 1815, o navio San Pedro de Alcântara, que tinha transportado o marechal de campo espanhol Don Pablo Morillo, para terminar com a insurreição na Venezuela, afundou nestas águas onde ainda jaz. Além de ser uma ilha cheia de história, Coche é um lugar com paisagens virgens.










Para chegar a este paraíso terão sempre que voar até Margarita e daí apanhar um catamaran e fazer uma visita de um dia ou, como nós fizemos, apanhar o barco (na Playa El Yaque) que vos deixa num romântico cais de madeira, a única porta de acesso à ilha.


A Isla de Coche, juntamente com a Isla Margarita e a Isla Cubagua compõe o Estado Nueva Esparta, na Venezuela. Coche faz parte das Pequenas Antilhas. 


A moeda é o Bolívar e garanto que, se ganham em Euros fazem umas férias fantásticas, a excelente preço. Ao câmbio actual, um Euro equivale a 500 Bolívares!

P.S. - Optámos por nos hospedar no Hotel Punta Blanca, com regime de tudo incluído, dadas as particularidades da ilha. Recomendamos!